Outsourcing de impressão: o que ninguém te conta sobre o real custo da impressão corporativa
- 25 de mai.
- 3 min de leitura

A impressão é a despesa que mais drena orçamento corporativo sem aparecer no radar do board. E quase ninguém quer falar sobre isso.
Pergunte a qualquer CFO quanto a empresa gasta com impressão por mês.
Você vai ouvir uma resposta aproximada — geralmente subestimada em 40% a 60%.
Pergunte ao CIO. A resposta provavelmente será: "isso é com o administrativo."
Pergunte ao administrativo. A resposta será: "a TI controla."
Esse é o primeiro sintoma do problema:
A impressão corporativa é a despesa órfã das organizações.
Ninguém gerencia. Ninguém mede. Ninguém otimiza. E é exatamente por isso que ela continua sangrando o resultado financeiro mês após mês — silenciosamente.
A conta que você acha que está pagando
Quando uma empresa olha para a impressão, costuma enxergar apenas três variáveis:
Equipamento;
Toner/suprimento;
Papel.
É a "conta de padaria" da impressão.
E é justamente nesse cálculo simplificado que mora o problema.
A conta que você realmente está pagando
O TCO real da impressão corporativa inclui:
✔ Aquisição ou depreciação do equipamento
✔ Suprimentos originais e paralelos
✔ Manutenção corretiva e preventiva
✔ Peças de reposição
✔ Tempo de TI alocado em chamados de impressão
✔ Downtime do colaborador esperando impressão
✔ Estoque de suprimentos parado (capital imobilizado)
✔ Logística de reposição
✔ Descarte de toners e equipamentos
✔ Impressões desnecessárias e desperdício
✔ Risco de vazamento de informação em bandejas
✔ Não conformidade com LGPD em documentos sensíveis
✔ Custo do papel e armazenamento físico
Quando todas essas variáveis entram na conta, o custo real é tipicamente 2 a 3 vezes maior do que o gasto percebido.
E o mais grave: a maior parte desse custo não está rotulada como "impressão" no orçamento.
Está diluída em TI, em facilities, em suprimentos, em horas-homem.
É invisível. E por isso, intocável.
O que o outsourcing de impressão realmente entrega
Outsourcing de impressão (ou MPS — Managed Print Services) não é "alugar impressora".
É terceirizar uma operação inteira sob SLA, com:
🔹 Gestão centralizada do parque
🔹 Suprimentos entregues automaticamente
🔹 Manutenção proativa e preventiva
🔹 Monitoramento remoto 24/7
🔹 Relatórios de uso por usuário, setor e equipamento
🔹 Políticas de impressão (cotas, regras, segurança)
🔹 Pull printing (impressão segura com liberação por crachá ou senha)
🔹 Conformidade com LGPD
🔹 Renovação tecnológica contratual
🔹 Custo previsível por página (CPP)
A diferença não é operacional. É estratégica.
A empresa para de gerenciar impressoras e passa a consumir o resultado de imprimir — com previsibilidade, controle e segurança.
Os 4 ganhos que aparecem no balanço
1. Redução média de 20% a 40% no custo total de impressão. Não pelo "preço do toner", mas pela eliminação de desperdícios, gestão de cotas e otimização do parque.
2. Liberação da equipe de TI. Chamados relacionados à impressão somem do backlog. A TI volta a focar em projetos estratégicos.
3. Previsibilidade financeira. Custo por página fixo, sem surpresas. O CFO finalmente consegue prever a linha "impressão" no orçamento.
4. Segurança e compliance. Documentos confidenciais deixam de ficar abandonados em bandejas. LGPD aplicada na prática, não no papel.
A pergunta incômoda para o CIO
"Se a impressão é uma operação não estratégica, por que ainda estamos alocando equipe interna, capital, espaço e atenção gerencial para ela?"
Toda empresa madura, em algum momento, terceiriza o que não é core.
Limpeza. Segurança patrimonial. Restaurante interno. Frota.
Impressão segue exatamente a mesma lógica — só que com um diferencial: o ganho financeiro é imediato e mensurável.
O sintoma de que sua empresa precisa rever a impressão agora
Marque mentalmente quantos desses sinais você reconhece na sua operação:
▪ Ninguém sabe exatamente quanto a empresa gasta com impressão
▪ Há impressoras de marcas e modelos diferentes pela operação
▪ Suprimentos são comprados em regime de "apagar incêndio"
▪ A TI atende chamados de impressão com frequência
▪ Documentos confidenciais ficam esquecidos nas bandejas
▪ Não há relatórios de uso por usuário ou setor
▪ Equipamentos quebram e o reparo demora dias
▪ Não há política formal de impressão
Três ou mais sinais? Sua empresa está pagando o custo invisível da impressão.
E provavelmente está pagando há anos.
Conclusão: impressão não é despesa. É operação.
Enquanto a impressão for tratada como uma "compra recorrente de suprimento", ela vai continuar drenando margem, ocupando equipe e expondo a empresa a riscos.
No momento em que passa a ser tratada como operação gerenciada sob SLA, ela vira o que sempre deveria ter sido: um serviço previsível, seguro e otimizado.
A pergunta não é mais "vale a pena terceirizar a impressão?".
A pergunta é: "quanto a empresa já perdeu por não ter feito isso antes?"
Na Docutech, há mais de 20 anos ajudamos empresas a transformarem a impressão de um centro de custo invisível em uma operação previsível, segura e estratégica.
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